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VALOR ECONÔMICO: Nas favelas, 86% dos empreendedores têm queda nos negócios

Manicures, cabeleireiros, boleiras, vendedores ambulantes, lavador de carro, eletricistas. É exatamente este o perfil de trabalhador que mais preocupa especialistas durante o período de isolamento provocado pelo novo coronavírus, por sofrer perda súbita de rendimentos e, na maioria das vezes, não ter poupança. "Os pequenos empreendedores das favelas ficam sem renda, não tem poupança. Em um mês, a maioria não vai ter dinheiro para se alimentar", disse Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva. Meirelles alerta que romper a quarentena não seria, porém, uma saída. "Criou-se uma discussão de economia versus saúde. A economia se recupera, vidas humanas, não. Essas famílias são sustenta

FOLHA DE S. PAULO: Nas favelas, moradores passam fome e começam a sair às ruas por ajuda

A falta de dinheiro e alimentos devido ao coronavírus (COVID-19) já atinge em cheio as famílias que vivem na informalidade. Pesquisa recém divulgada pelo Data Favela em parceria com o Instituto Locomotiva e a Central Única das Favelas mostrou que 72% das pessoas nas comunidades não tem poupança ara manter nem por uma semana o seu baixo padrão de vida. (...) Segundo levantamento do Instituto Locomotiva, de agosto do ano passado, 45 milhões de brasileiros não haviam movimentado nenhuma conta bancária há mais de seis meses ou sequer tinham vínculos com o sistema financeiro. De acordo com a sondagem, esse grupo gira anualmente mais de R$ 800 bilhões em consumo e negócios. Leia a matéria completa

EL PAÍS: Sem ações específicas, 86% dos moradores de favelas vão passar fome por causa do coronavíru

A pandemia do coronavírus já alterou a vida de 97% das 13,6 milhões de pessoas que moram em favelas em todo o Brasil. A maioria ― 2 em cada 3 moradores ― estão preocupados com a própria saúde, mas também com o impacto na renda durante o período de crise. Aliás, sete em cada dez famílias já viram a renda familiar diminuir nas últimas semanas por causa da interrupção da atividade econômica causada pelo novo vírus. Pior, se essas pessoas precisarem ficar em casa por até um mês, sem trabalhar, e cumprindo as recomendações da comunidade científica de distanciamento social, 86% teria dificuldade para comprar comida e outros itens básicos de sobrevivência. Esses são alguns dos principais dados da p

CÂMERA RECORD: Auxiliar de enfermagem abandona o isolamento para orientar moradores de comunidade

Reportagem do Câmera Record mostra a história de uma líder comunitária, que se arrisca todos os dias pelas vielas para orientar as famílias sobre o coronavírus, e ainda destaca dados da pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva com o Data Favela e a CUFA. Dados do levantamento mostram que 7 entre 10 famílias já tiveram a renda diminuída pelos impactos da nova doença. "Metade dos trabalhadores das favelas são autônomos. São pessoas que tem que vender o almoço para comprar a janta. Nessa situação, essas pessoas que não têm poupança precisam escolher entre ter saúde ou colocar comida dentro de casa", afirma Renato Meirelles, presidente do instituto. Assista a reportagem, clicando aqui.

FANTÁSTICO: Rede de solidariedade busca apoiar comunidades de todo o Brasil

Os autônomos são maioria absoluta entre os 13,6 milhões de moradores de favela no país. Ações buscam apoiar tanto as pessoas que estão sem receber renda quanto o grupo de risco devido ao coronavírus. Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva, comenta o assunto em reportagem realizada pelo Fantástico, da Rede Globo. "Os empreendedores são a maioria absoluta. Graças a eles, as favelas movimentavam 119 bilhões de reais através dos pequenos comércios dessas pessoas, que saem todos os dias de casa para conseguir o seu próprio sustento", afirma. Renato Meirelles ainda reforça: "A única maneira de mudar essa situação e salvar milhares de vidas é através de uma forte injeção de dinheiro n

JORNAL DA CULTURA: Oito em cada 10 moradores de favelas terão dificuldade de comprar comida se perde

Quase metade dessas pessoas que vivem nas favelas trabalha como autônomos. Equacionar a economia com as medidas de saúde que evitam a contaminação pelo COVID-19 é um desafio para as comunidades e para o governo. "72% dos entrevistados afirmam que não têm nenhum dinheiro guardado e que, portanto, não conseguiria sobreviver por muito tempo sem colocar o que comer dentro de sua casa", afirma Renato Meirelles, presidente do instituto. Clique aqui e confira a matéria completa, que traz mais dados sobre a pesquisa realizada pelo Data Favela com o Instituto Locomotiva e a CUFA.

VALOR ECONÔMICO: Brasileiro projeta crise devastadora

Levantamento sobre coronavírus nas favelas feito pelo Data Favela, Instituto Locomotiva e pela Central Única das Favelas (Cufa) foi divulgado em matéria publicada pelo jornal Valor Econômico. A pesquisa constatou que, somente após uma semana de quarentena, 72% dos moradores das favelas já não teriam condições de manter o padrão de vida. Isso por falta de renda. No total, 1.142 pessoas foram entrevistadas em 262 comunidades de todas as regiões do país. Essa população é formada por 13,6 milhões de pessoas e 32% (ou seja, quase uma em cada três) devem ter dificuldades daqui para frente para comprar itens básicos de sobrevivência, como alimentos. "Isso mostra que o vírus não vai contaminar todas

VEJA: Os dramas das comunidades mais pobres do Brasil em meio à pandemia

Sacolejando dentro de uma van pelas ruas estreitas de Paraisópolis, uma das maiores favelas de São Paulo, Elizandra Cerqueira checa o celular. “Não paro de receber mensagens de pessoas que mandam fotos da geladeira vazia”, diz ela, paramentada com máscara e luvas, antes de descer para entregar marmitas em barracos à beira de um córrego assoreado por entulho e lixo. Em uma das casas, só havia uma lata de óleo e meio pacote de açúcar para alimentar dois adultos e quatro crianças. A esperança vem de iniciativas como a de Elizandra, que usa a cozinha de seu bistrô para preparar refeições com alimentos doados. Ou de voluntários que distribuem sabão e álcool em gel. Dramas semelhantes começam a se

JP NEWS: Presidente de instituto que mapeia favelas: ‘Primeiro se salvam vidas, depois se recupera a

Dados do Instituto Locomotiva estimam que há cerca de 13,6 milhões de pessoas que moram em favelas no Brasil – número que ultrapassa o total de habitantes do Rio Grande do Sul, segundo o Censo de 2010. Em entrevista ao Jornal da Manhã 2ª edição nesta quinta-feira (26), Renato Meirelles, presidente do instituto, falou quais são as medidas já adotadas e o que ainda falta para a prevenção efetiva do coronavírus nas favelas brasileiras. Clique aqui para ler a matéria no site.

SBT BRASIL: Pesquisa mostra que coronavírus afeta vida financeira de moradores das favelas

"Neste primeiro momento, a saúde é, sem dúvida nenhuma, o que acendeu o alerta vermelho nas comunidades. Com o passar do tempo, a questão econômica começará a pesar", afirma Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva. Clique aqui para assistir a reportagem do SBT Brasil que trata da pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva em parceria com o Data Favela e a CUFA sobre o impacto do coronavírus nas favelas.

TV BRASIL: Moradores de favelas se organizam para enfrentar o coronavírus

Mais de 13,5 milhões de pessoas vivem em favelas aqui no Brasil. E uma pesquisa divulgada hoje pelo Instituto Locomotiva mostra que dois em cada três moradores dessas comunidades estão muito preocupados com a própria saúde. Outra consequência do novo coronavírus. Em Paraisópolis, a maior favela de São Paulo, a comunidade se organiza por conta própria para conter a propagação da doença. Clique aqui para ver a matéria no site da TV Brasil.

EXAME: Renda cai para 7 em cada 10 famílias nas favelas

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, 70% das famílias que moram em favelas tiveram a renda diminuída, segundo um levantamento realizado pela empresa de pesquisa Data Favela, com mais de mil moradores de 262 comunidades. “Por mais que isso soe alarmista, esse quadro pode indicar uma situação de convulsão social num futuro próximo”, afirma Renato Meirelles, fundador do Instituto Locomotiva, que criou o Data Favela em parceria com a Central Única das Favelas (Cufa). A pesquisa também indica que 84% dos moradores desses territórios projetam uma redução na renda. No Brasil existem 13,6 milhões de pessoas morando em favelas. Para 71%, o trabalho é a principal fonte de renda e 86% já sen

FOLHA DE S. PAULO: Como será quando a Covid-19 chegar às periferias? Ouça podcast

Isolamento social, trabalho remoto e álcool em gel têm sido as armas usadas por muita gente para impedir que o novo coronavírus se espalhe ainda mais. Mas o desafio é bem maior para quem não pode levar o expediente para dentro de casa e precisa dividir um só cômodo com a família inteira. Uma pesquisa inédita do Data Favela, uma parceria do Instituto Locomotiva e da Central Única das Favelas, apontou que uma semana dentro de casa é o suficiente para 72% dos moradores de comunidades pobres do Brasil não conseguirem manter o padrão de vida. Nessa população, formada por mais de 13 milhões e meio de pessoas, 32% vão ter dificuldade de comprar itens básicos para a sobrevivência, como alimentos.

O POVO: 7 em cada 10 famílias de favela já tiveram a renda familiar diminuída pelo coronavírus

Sete em cada dez famílias das cerca de 13,6 milhões de pessoas morando em favelas brasileiras já tiveram a renda familiar diminuída por causa do novo coronavírus. A informação é da última pesquisa Data Favela/Instituto Locomotiva/CUFA, divulgada nesta terça-feira, 24, e que ouviu 1.142 moradores de comunidades em todos os estados do Brasil entre os dias 20 e 22 de março. Segundo a pesquisa, 5% da população do Ceará vive em favelas. Questionados se a epidemia já impactou a renda familiar, 70% dos entrevistados responderam que sim. Outro dado da pesquisa explica a redução: segundo o levantamento, 47% dos moradores de comunidades são autônomos, dependendo do trabalho cotidiano para os rendiment

G1: Quarentena põe em risco a renda de moradores de favelas brasileiras, diz pesquisa

A necessidade de isolamento e de quarentena em razão do novo coronavírus ameaça a renda da maioria dos moradores das favelas brasileiras, aponta uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (24): 72% dos entrevistados dizem não ter conseguir manter o padrão de renda por ausência de reservas. Questionados a respeito, 75% dos moradores se disseram muito preocupados com a renda em consequência do coronavírus --70% afirmam que tiveram em alguma medida a renda impactada. Para 86%, vai faltar dinheiro para comprar itens básicos, como comida. O levantamento "Coronavírus nas favelas" foi feito pelo Data Favela com 1.142 entrevistas em 262 favelas de todos os estados do Brasil. Foram entrevistados homens

AGÊNCIA BRASIL: 70% dos moradores de favelas tiveram redução da renda devido ao COVID-19

Em cada dez famílias brasileiras que vivem em favelas, sete já tiveram a renda reduzida devido a crise causada pela pandemia do novo coronavírus, segundo pesquisa divulgada hoje (24) pelo Instituto Locomotiva/Data Favela. O estudo ouviu 1,14 mil pessoas em 262 comunidades em todos os estados do país. O instituto estima que 13,6 milhões de pessoas vivam em favelas no Brasil. No estado do Rio de Janeiro, de acordo com a pesquisa, 13% da população vive nesse tipo de comunidade. Em São Paulo, são 7%, em Pernambuco, 10%, e no Pará 17%. Clique aqui para ler a matéria completa.

FOLHA DE S. PAULO: Em quarentena, 72% dos moradores de favelas têm padrão de vida rebaixado

Apenas uma semana dentro de casa, em quarentena contra a pandemia do novo coronavírus e sem renda, já é tempo o suficiente para 72% dos moradores de favelas no Brasil não conseguirem manter o baixo padrão de vida por não terem nenhum tipo de poupança. Nessa população, formada por 13,6 milhões de pessoas, 32% (ou quase 1 em cada 3) terão dificuldades na compra de itens básicos de sobrevivência, como alimentos. Os dados fazem parte de uma pesquisa inédita do Data Favela, da CUFA e do Instituto Locomotiva que mostra o impacto da pandemia nas comunidades pobres e precárias do país. Veja a versão impressa da matéria no jornal, clicando aqui. Leia a matéria completa no site, clicando aqui.

ISTO É: Só um terço dos brasileiros acha que país está preparado para combater o Covid-19

Uma pesquisa realizada, na sexta-feira (20), pelo Instituto Locomotiva, obtida com exclusividade pelo Estado, mostra que só um terço da população brasileira acredita que o País está preparado para combater o coronavírus (Covid-19). Foram ouvidas 2.305 pessoas, por telefone, de todas as capitais do Brasil, além do Distrito Federal. “Apenas 3 em cada 10 brasileiros acreditam que o País esteja preparado para a pandemia”, diz Renato Meirelles, presidente da Locomotiva, empresa de pesquisa especializada na classe C. A visão mais pessimista sobre o combate da pandemia está na população mais jovem, de 18 a 29 anos. Nesta faixa, 86% não acreditam que o sistema público de saúde consiga conter o avanç

CNN: 86% se dizem muito preocupados com coronavírus, diz pesquisa

Uma pesquisa do Instituto Locomotiva revela que 86% dos brasileiros se dizem muito preocupados com a pandemia do novo coronavírus. Aqueles que se dizem um pouco preocupados chegam a 11% e apenas 3% afirmam não estar nada preocupados. O levantamento também aponta uma inversão de preocupação daqueles que compõem o grupo de risco daqueles que estão menos vulneráveis. Segundo o Locomotiva, o percentual dos mais velhos muito preocupados (79%) é menor do que os mais jovens muito preocupados (88%). Clique aqui para ler a matéria completa.

ESTADÃO: Só um terço do país acha que o País está preparado para combater o coronavírus

Pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva mostra que só um terço da população brasileira acredita que o País está preparado para combater o coronavírus. Foram ouvidas 2.305 pessoas, por telefone, de todas as capitais do Brasil, além do Distrito Federal. "Apenas 3 em cada 10 brasileiros acreditam que o País esteja preparado para a pandemia", diz Renato Meirelles, presidente da Locomotiva, empresa de pesquisa especializada na classe C. A visão mais pessimista sobre o combate da pandemia está na população mais jovem, de 18 a 29 anos. Nesta faixa, 86% não acreditam que o sistema público de saúde consiga conter o avanço da doença. Já entre as pessoas acima de 60 anos, a crença é maior: 37% estão o

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