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O ESTADO DE S. PAULO: Abertura deixa 60,8 mi do grupo de risco em dúvida entre o bolso e a saúde

Cardíaca e hipertensa, Aparecida Souza sabe que está no grupo de maior risco para o coronavírus e, mesmo com receio, se prepara para retornar ao trabalho. Ela foi por quase duas décadas dona de um salão de beleza na Avenida Paulista, em São Paulo. Fechou o negócio em maio, por não conseguir negociar a suspensão do pagamento de aluguel com o dono do ponto, e aceitou convite para trabalhar como funcionária em outro lugar – onde, mesmo com a atual proibição, vez ou outra atende clientes mais próximos. “A ideia é trabalhar depois da liberação dos serviços pela Prefeitura. Mas a gente precisa fazer alguma coisa por enquanto”, diz a ex-empresária, de 53 anos. “Dá muito medo ter de sair de casa t

AGÊNCIA BRASIL: Pesquisa mostra que solidariedade é maior entre moradores de favelas

Enquanto 49% dos brasileiros fizeram algum tipo de doação durante a pandemia do novo coronavírus, esse índice atingiu 63% nas favelas do país. O dado consta da pesquisa inédita Pandemia na Favela - A realidade de 14 milhões de favelados no combate ao novo coronavírus, realizada pelo Data Favela, parceria do Instituto Locomotiva, da Central Única das Favelas (Cufa) e da Favela Holding. O fundador e presidente do Instituto Locomotiva, também fundador do Data Favela, Renato Meirelles, destacou, em entrevista à Agência Brasil, que “a pandemia está deixando claro que o asfalto tem muito a aprender com a favela”. Diretor executivo da Favela Holding, fundador da Cufa e do Data Favela, Celso Athayde

JORNAL DA TARDE: Racismo expõe desigualdade social na pandemia

Uma pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva para a CUFA (Central Única das Favelas) releva que 25% das pessoas negras não tiveram dinheiro para comprar comida durante a pandemia. O estudo ainda indica que 82% dos lares de famílias negras não possuem rede de esgoto.

AGÊNCIA BRASIL: Mais da metade das pessoas nas favelas não se previne contra covid-19

Mais da metade dos moradores de favelas, 51%, não consegue seguir as medidas de prevenção ao contágio do novo coronavírus (covid-19) como gostaria, mostra pesquisa divulgada hoje (24) pelo Data Favela, em uma parceria entre o Instituto Locomotiva e a Central Única das Favelas (Cufa). Foram ouvidas 3.321 pessoas. Segundo o estudo, 39% dos residentes nessas comunidades estão procurando seguir as recomendações de isolamento social e uso de itens de proteção, mas nem sempre conseguem; enquanto 12% disseram que simplesmente não conseguem incorporar as medidas em suas vidas. Os que estão procurando se prevenir e não têm encontrado obstáculos somaram 41% e 8% disseram que não estão nem tentando se

BOM DIA BRASIL: 80% dos moradores das favelas estão vivendo com menos da metade da renda

Pesquisa do Data Favela, parceria entre Instituto Locomotiva e Central Única das Favelas (CUFA), mostra o impacto da pandemia na vida de quem vive nas periferias brasileiras. Renato Meirelles, presidente do instituto, e Celso Athayde, fundador da CUFA, comentam o estudo na matéria exibida pelo Bom Dia Brasil. Clique no vídeo acima para assistir.

O GLOBO: Covid reduziu a renda de 80% dos favelados a menos da metade

Sete em cada dez moradores das favelas brasileiras pediram o auxílio emergencial do governo na pandemia. Desses, 41% não receberam uma parcela sequer do 'coronavoucher'. Nada menos que 80% dos favelados viram sua renda diminuir a menos da metade do que obtinham antes da Covid (11%% tiveram sua renda reduzida pela metade, 5% perderam um pouco e apenas 4% mantiveram seus ganhos). Estes são dois eloquentes dados que emergem de uma detalhada pesquisa inédita feita pelo Data Favela, uma parceria da Cufa (Central Única de Favelas) com o Instituto Locomotiva, entre os dias 16 e 22 de junho. A pesquisa, feita em 239 favelas de todo o Brasil com 3.221 pessoas, buscou retratar os efeitos do coronavír

EL DIÁRIO: Mais de 70% dos negros no Brasil enfrentam a pandemia sem nenhuma poupança

Más del 70% de los negros en Brasil enfrentan la pandemia del nuevo coronavirus sin ningún tipo de ahorro económico y de los que tenían alguna reserva el 58% ya gastó la totalidad o parte de ese dinero, según una encuesta divulgada este miércoles. El sondeo también reveló que cuatro de cada diez brasileños negros afirmaron no haber tenido dinero suficiente para comprar comida por culpa de la crisis causada por la COVID-19, una pandemia que ubica al gigante sudamericano como el segundo país con más muertes (45.241) e infectados (923.189) en el mundo. Realizado por el Instituto Locomotiva a solicitud de la Central Única de Favelas (CUFA), "Las caras del racismo" analizó los efectos de la pande

Acompanhe a segunda edição do Fórum Data Favela

Com participação da CUFA, do Instituto Locomotiva e da UNESCO, o encontro virtual tem como objetivo ampliar as discussões sobre os impactos da pandemia do novo coronavírus entre os moradores das favelas brasileiras O Fórum Data Favela terá sua segunda edição nesta quarta-feira (24), a partir das 10h. No webinário, os fundadores do Data Favela, Celso Athayde, também CEO da Favela Holding e fundador da CUFA, e Renato Meirelles, também fundador e presidente do Instituto Locomotiva, apresentarão os dados da pesquisa “Realidade das Favelas Diante da Covid-19”. Compõem a mesa de debates: [if !supportLists]· Marlova Noleto, diretora e representante da UNESCO no Brasil; [if !supportLists]· Karol Con

ONU: Nove em cada dez brasileiros dizem que negros têm mais chance de serem abordados de forma viole

O primeiro webinário Fórum Data Favela, com a organização da Central Única das Favelas (CUFA), do Instituto Locomotiva e da UNESCO no Brasil, apresentou na quarta-feira (17) dados inéditos da pesquisa “As Faces do Racismo”. O levantamento aponta as desigualdades que os negros enfrentam para entrar no mercado de trabalho e para ter acesso e oportunidades de estudo. Também revela que nove em cada dez brasileiros reconhecem que pessoas negras têm mais chance de serem abordados de forma violenta pela polícia. Participaram desse encontro virtual a diretora e representante da UNESCO no Brasil, Marlova Noleto; o presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles; o fundador da CUFA, Celso Athayde

PODER 360: Mais de 70% dos negros perderam renda durante pandemia, diz pesquisa

Levantamento do Instituto Locomotiva indica que 73% das pessoas pretas e pardas perderam renda durante a pandemia. Entre os brancos, a taxa é de 60%. A pesquisa foi encomendada pela Cufa (Central Única das Favelas) e divulgada nesta 4ª feira (17.jun.2020). Quase a metade das pessoas negras (49%) disse que deixou de pagar alguma conta no período, enquanto o percentual ficou em 32% para as brancas. O estudo aponta ainda que 71% dos negros não tinham nenhuma reserva financeira no início da pandemia. Entre os 29% que tinham dinheiro guardado, 12% já usaram todo o recurso e 23% gastaram a maior parte para se manter durante a crise. O presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meireles, destaca qu

GLOBO NEWS EM PONTO: 94% acreditam que negros têm mais chance de serem mortos pela polícia

94% dos brasileiros acreditam que uma pessoa negra tem mais chances de ser morta em uma abordagem policial. É o que revela uma pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva para a Central Única das Favelas (CUFA). Assista acima a matéria do Globo News Em Ponto, que também traz outros dados da pesquisa "As Faces do Racismo" apresentada no 1º Fórum Data Favela.

AGÊNCIA BRASIL: Mais de 70% dos negros enfrentam a pandemia sem reservas financeiras

Não tinham nenhuma reserva financeira no início da pandemia de coronavírus, 71% dos negros no país, segundo estudo divulgado hoje (17) pelo Instituto Locomotiva feito a pedido da Central Única das Favelas. Entre os 29% que tinham dinheiro guardado, 12% já usou todo o recurso e 23% gastou a maior parte para se manter durante a crise. A pesquisa mostra que a crise econômica afetou de forma desigual as famílias negras e brancas. Segundo o levantamento, 73% das pessoas pretas e pardas tiveram redução na renda devido à pandemia, índice que cai para 60% entre as brancas. Quase a metade das negras (49%) disse que deixou de pagar alguma conta no período, enquanto o percentual ficou em 32% para as br

ÉPOCA NEGÓCIOS: Mais de 70% dos negros enfrentam a pandemia sem reservas financeiras

Não tinham nenhuma reserva financeira no início da pandemia de coronavírus, 71% dos negros no país, segundo estudo divulgado hoje (17) pelo Instituto Locomotiva feito a pedido da Central Única das Favelas. Entre os 29% que tinham dinheiro guardado, 12% já usou todo o recurso e 23% gastou a maior parte para se manter durante a crise. A pesquisa mostra que a crise econômica afetou de forma desigual as famílias negras e brancas. Segundo o levantamento, 73% das pessoas pretas e pardas tiveram redução na renda devido à pandemia, índice que cai para 60% entre as brancas. Quase a metade das negras (49%) disse que deixou de pagar alguma conta no período, enquanto o percentual ficou em 32% para as br

CNN: Brasileiro reconhece racismo, mas critica 'politicamente correto', diz pesquisa

Estudo publicado nesta quarta-feira (17) sobre a percepção do brasileiro em relação ao racismo e ao preconceito racial no país aponta que a população negra em geral tem menores chances de ascensão no trabalho, salários e cargos mais precários e maiores chances de ser abordada de forma truculenta pela polícia. No geral, os brasileiros reconhecem que a cor de pele pode influenciar na carreira e nos estudos, mas ainda assim criticam a chamada "patrulha do politicamente correto". De acordo com o levantamento do Instituto Locomotiva para a Central Única das Favelas (CUFA), 94% dos brasileiros consideram que uma pessoa negra tem mais chances de ser abordada de forma violenta ou ser morta pela polí

FOLHA DE S. PAULO: Para 94% da população, negros têm mais chance de ser mortos pela polícia

Nove em cada dez brasileiros reconhecem que pessoas negras têm mais chance de ser mortas pela polícia e menos de conseguir emprego, de acordo com a pesquisa Faces do Racismo feita pelo Instituto Locomotiva para a Central Única das Favelas (CUFA). Para 94% da população, pretos e pardos têm mais chance do que brancos de ser abordados de forma violenta ou ser mortos pela polícia. Para 91%, pessoas negras também têm menos chance de conseguir um emprego formal. O levantamento foi feito nos dias 4 e 5 de junho com 3.100 pessoas, de 16 a 69 anos, que residem em todos os estados brasileiros. “Uma coisa é a gente falar sobre o nosso sentimento em relação ao racismo. Outra é falar sobre o que é o raci

G1: 94% dos brasileiros reconhecem que negros têm mais chances de serem abordados de forma violenta

Um levantamento sobre o racismo no Brasil aponta que 94% dos brasileiros reconhecem que as pessoas negras têm mais chances de serem abordadas de forma violenta e mortas pela polícia. Os dados são da pesquisa "As Faces do Racismo" feita pelo Instituto Locomotiva a pedido da Central Única de Favelas (CUFA). Veja mais percentuais abaixo. De acordo com os dados, 56% dos brasileiros, 118,9 milhões de pessoas, se declaram negros -- o que inclui pretos e pardos. A pesquisa foi realizada nos dias 4 e 5 de junho com 3.111 entrevistados, sendo homens e mulheres, entre 16 e 69 anos, de todos os estados brasileiros e todas as classes sociais. Os questionários foram aplicados por telefone e de forma onli

ESTADÃO: Pesquisa mostra que 94% acreditam que negros têm mais chances de serem vítimas em ações da

Estudo do Instituto Locomotiva para a Central Única das Favelas sobre a percepção do brasileiro em relação ao racismo e ao preconceito racial no País aponta que a população negra em geral tem menores chances de ascensão no trabalho, salários e cargos mais precários e maiores chances de ser abordada de forma truculenta pela polícia. No geral, os brasileiros reconhecem que a cor de pele pode influenciar na carreira e nos estudos, mas ainda assim criticam a chamada "patrulha do politicamente correto". Segundo o levantamento, 94% dos brasileiros consideram que uma pessoa negra tem mais chances de ser abordada de forma violenta ou ser morta pela polícia. No sentido inverso, a percepção da populaç

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