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FOLHA DE S. PAULO: Onde falta Estado, solidariedade é fundamental

Os movimentos populares têm sido os grandes fomentadores das iniciativas de auxílio às comunidades das periferias Brasil afora nestes tempos de pandemia. Além disso, proporcionalmente os mais pobres são também os que mais doam. Apesar de a perda de renda ter atingido a maioria das famílias que vivem nas comunidades brasileiras, pesquisa da Central Única das Favelas (Cufa) e do Instituto Locomotiva mostrou que seis entre dez moradores de favelas fizeram algum tipo de doação durante a pandemia. Como é sabido, as periferias são os ambientes mais vulneráveis à propagação da Covid-19, por conta da alta densidade populacional e da falta de serviços essenciais para a preservação da saúde, como

JORNAL DA CÂMARA SP: Pesquisa aponta para mudanças nos hábitos de consumo durante a pandemia

Como estão os seus hábitos de consumo durante essa pandemia? Para muitos brasileiros, ir fazer compras não está nos planos para os próximos meses. É o que mostra uma pesquisa do Instituto Locomotiva. O isolamento social mudou certos comportamentos e alguns setores vão ter que se adaptar. Clique no vídeo acima para conferir a matéria completa do Jornal da Câmara SP.

ISTOÉ: Cautela e medo marcam a saída da quarentena

Faz três semanas que restaurantes, bares e salões de beleza voltaram a abrir as portas na cidade de São Paulo e os shoppings estão funcionando há um mês e meio, ainda com restrições de horário e de número de pessoas. Mesmo com o afrouxamento da quarentena na capital paulista, a empresária Leila Okumura, de 40 anos, mantém praticamente a mesma rotina dos últimos quatro meses. “O meu único passeio tem sido ir ao supermercado uma vez por semana”, conta. Com a flexibilização do isolamento, a empresária ousou apenas duas vezes. Recentemente visitou a mãe que não via há quatro meses e passou a usar a academia do prédio onde mora, restrita a duas pessoas por vez. “Se fosse uma academia normal, não

ESTADÃO: Brasileiro relata medo de voltar ao comércio e a restaurantes na saída da quarentena

Faz três semanas que restaurantes, bares e salões de beleza voltaram a abrir as portas na cidade de São Paulo e os shoppings estão funcionando há um mês e meio, mas ainda com restrições de horário e de número de pessoas. Mesmo com o afrouxamento da quarentena na capital paulista, a empresária Leila Okumura, de 40 anos, mantém praticamente a mesma rotina que teve nos últimos quatro meses. "O meu único passeio tem sido ir ao supermercado uma vez por semana e continuo assim", conta. Com a flexibilização do isolamento, a empresária ousou apenas duas vezes. Recentemente visitou a mãe que não via há quatro meses e passou a usar a academia do prédio onde mora, restrita a duas pessoas por vez. "Se f

O ESTADO DE S. PAULO: Campanha da ONG Gerando Falcões salva famílias da fome, diz pesquisa

O Instituto Locomotiva, tocado por Renato Meirelles, fez levantamento qualitativo e descobriu: sete em cada dez famílias atendidas pela Gerando Falcões passariam fome se não fosse o auxílio distribuído pela ONG. Após a triagem, a mostra somou 654 escolhidos no País. O dinheiro, segundo dados obtidos, foi usado primordialmente para a compra de alimentos, de produtos de higiene e limpeza e ajudou famílias (88% dos entrevistados) a manterem o isolamento social. Iniciada em março, a campanha de arrecadação da ONG, batizada de Corona no Paredão, Fome Não, conseguiu R$ 20 milhões. E distribuiu mais de 400 mil cestas básicas. A seguir, resumo dos principais dados e perfil das famílias atendidas: 78

AGÊNCIA BRASIL: Interesse por compras online deve continuar após pandemia

O interesse dos consumidores em fazer compras online, alavancado pelo isolamento social, deverá permanecer após a pandemia de covid-19, revela a pesquisa Impactos da Pandemia no Comportamento do Consumo do Brasileiro, realizada pelo Instituto Locomotiva. Foram ouvidas 2.006 pessoas de 72 cidades de todos os estados do país. O levantamento mostra que 50% dos entrevistados que frequentavam livrarias e papelarias não fariam mais questão de ir às lojas físicas depois da quarentena. Em relação a lojas de artigos para crianças, o percentual é de 49%, a perfumarias e petshops, de 44%; a lojas de departamento e shopping centers, de 41%; e a lojas de material de construção, de 38%. “Durante mais de t

ÉPOCA NEGÓCIOS: 90% dos consumidores se preocupam com a desinfecção de estabelecimentos

O Ministério da Saúde divulgou orientações para a retomada segura das atividades. No entanto, o consumidor também está atento às medidas tomadas pelas empresas — e a desinfeção e a higienização serão fatores importantes para que os clientes voltem às lojas e restaurantes. É o que diz a pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva/Onet. Foram entrevistados cerca de 2.157 consumidores de todo o Brasil, e 90% afirmaram que quanto mais os estabelecimentos cuidarem da desinfecção, mais confiança eles terão para voltar a frequentá-los. Entre os demais entrevistados, 7% disseram não concordar nem discordar, 2% responderam que discordam em parte e 1% discorda totalmente. De acordo com o levantamento

O ESTADO DE S. PAULO: Covid deve mudar hábitos de consumo

O consumo, que é mais da metade de toda a riqueza gerada na economia e no passado já salvou o País de outras crises, não deverá ser o mesmo após a quarentena. Cerca de 69 milhões de brasileiros, ou 42% da população adulta, pretendem comprar menos nos próximos meses comparado ao que gastavam antes da pandemia do coronavírus, mostra pesquisa nacional feita pelo Instituto Locomotiva. A freada no consumo tem relação direta com a queda na renda provocada pela pandemia. Mas uma mudança mais estrutural também está a caminho, já que o isolamento social acabou provocando alterações no comportamento do consumidor, segundo Renato Meirelles, presidente do Locomotiva. “Há mais de cem dias dentro de casa,

EXAME: Para 95% dos RHs, processos seletivos 100% digitais vieram para ficar

Mesmo diante a retração da economia, muitas organizações continuam contratando. Afinal, nunca foi tão importante contar com colaboradores talentosos para a retomada dos negócios. Mas, como os Recursos Humanos estão lidando com as mudanças provocadas pelo isolamento social? Quais são as principais transformações que a área precisa aderir para se adequar ao novo mercado? Pensando nisso, Instituto Locomotiva, Cia de Talentos e Acesso Digital realizaram a pesquisa ‘Impactos da Covid-19 no Trabalho em Grandes Empresas’. O estudo entrevistou profissionais de RH de importantes organizações brasileiras e descobriu que 91% estão satisfeitos com as medidas de segurança ao coronavírus aplicadas pelas c

G1: Pandemia aumenta temor de desemprego e adia contratações e promoções de profissionais

Levantamento mostra que a pandemia aumentou a preocupação dos profissionais de perder o emprego e levará ao adiamento de contratações e promoções nas empresas. Os resultados fazem parte da pesquisa “Gestão de Pessoas no Cenário da Pandemia de Covid-19”, feita pelo Instituto Locomotiva, com o apoio da Acesso Digital e do Grupo Cia de Talentos. O levantamento ouviu 185 profissionais de RH de todo o Brasil, que atuam em empresas nacionais e multinacionais, de segmentos como serviços, bens de consumo, varejo e saúde, entre os dias 14 e 27 de abril. Segundo a pesquisa, há equilíbrio entre quem acredita que as mudanças ocorridas no trabalho por conta da Covid-19 diminuíram ou aumentaram a motivaçã

ONU: Quase 50 milhões de brasileiros dizem ter sofrido constrangimento em abordagem policial

A série de webinários Fórum Data Favela, promovida pela Central Única das Favelas (Cufa), Instituto Locomotiva e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, teve a sua quarta e última edição na quarta-feira (8). Com o tema “Periferia, Racismo e Violência”, o encontro discutiu a violência nas áreas de periferia e abordou também a atuação da polícia nas favelas. Participaram do encontro a diretora e representante da UNESCO no Brasil, Marlova Noleto; o CEO do Favela Holding e fundador da Cufa, Celso Athayde; o presidente e fundador do Instituto Locomotiva, Renato Meireles; o secretário-executivo da Polícia Militar de São Paulo, coronel Álvaro Bapti

Bate-papo com ex-ministro da Cultura Gilberto Gil e figuras ilustres é destaque nesta quarta

“Falamos de Cultura como eixo construtor de nossa identidade. Espaço de constituição da nossa cidadania, dimensão simbólica da existência social brasileira”, afirma Gilberto Gil, cantor e compositor baiano, um dos criadores do Tropicalismo e referência musical mundo afora. Aliada à Educação, a Cultura ainda transforma realidades, expõe problemas e denuncia preconceitos. Em razão disso, Gilberto Gil, que foi também foi ministro da Cultura entre 2003 e 2008, é um dos convidados do 5º Fórum Data Favela. O evento promovido pelo Instituto Locomotiva, a CUFA e a UNESCO, será realizado online e gratuitamente nesta quarta-feira (15), a partir das 10h. Além de uma pesquisa inédita sobre Educação, Cul

EXAME: “Sem grupo de risco, não há retomada” - Perfil chefia 28% das famílias

Quase 30% das famílias brasileiras (19 milhões) são chefiadas por alguém com perfil de risco para covid-19, segundo estudo do Instituto Locomotiva cedido com exclusividade para a Exame. Idosos e pessoas com doenças crônicas, como diabetes e asma, são 80 milhões de brasileiros, ou seja 40% de toda a população do país. Juntos, movimentam 2,1 trilhões de reais por ano em renda própria, mais do que gastam, isoladamente, as classes A, B e C. Desse grupo dos mais vulneráveis, 30 milhões têm 60 anos ou mais e 50 milhões, menos de 60 anos. Esses dois movimentam 1 trilhão de reais e 1,1 trilhão de reais, respectivamente. A saúde dessas pessoas, diz o estudo, se refletirá na economia do país, e qualqu

JORNAL DA TARDE: 46% dos brasileiros não veem diversidade racial no trabalho

Metade dos brasileiros diz que não há diversidade racial no trabalho. Apenas um em 10 empregados tem um negro como chefe. Os números fazem parte de uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA). Clique no vídeo acima para assistir a matéria completa do Jornal da Tarde.

G1: 89% de moradores de favelas temem pela saúde e 88%, por perder emprego, aponta pesquisa

Uma pesquisa sobre o comportamento dos moradores das favelas durante a pandemia aponta que a maioria das pessoas - 62% - que recebeu auxílio emergencial pago pelo governo federal foi usado pelas pessoas para ajudar alguém. O que sobrou foi gasto para comprar alimentos, produtos de higiene e limpeza. Pelo levantamento, 80% das famílias estão sobrevivendo com menos da metade da renda de antes da pandemia. Sete em cada dez moradores pediram o auxílio emergencial, mas menos da metade recebeu. A pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva em parceria com a CUFA mostrou que a maior preocupação dos entrevistados é com a saúde: 89% dos moradores de favelas temem que algo aconteça com os familiares mais

FOLHA DE S. PAULO: Só 5% dos brasileiros dizem acreditar que a polícia não é racista, aponta pesquis

Metade das pessoas que vivem nas periferias do Brasil dizem sentir medo ao ver a polícia. Esse número é de apenas 23% entre as classes mais altas. A frase "a polícia é perigosa para pessoas como eu" ressoa em 54% dos negros, enquanto para brancos a frase só faz sentido para 17%. E apenas 5% dos brasileiros dizem acreditar que a polícia não é racista. É o que mostra a pesquisa "Periferia, racismo e violência", do Data Favela, parceria da Cufa (Central Única das Favelas) com o Instituto Locomotiva, que ouviu 1.826 pessoas entre 29 e 30 de junho. Quase todos (91%) afirmaram ter conhecimento do caso de George Floyd, homem negro morto após ter o pescoço prensado contra o chão pelo joelho de um po

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