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VALOR ECONÔMICO: Renato Meirelles fala sobre mudanças ocorridas com a pandemia para classes sociais

O presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, é o entrevistado desta quinta-feira, 1º de outubro, às 11h, na Live do Valor. Ele vai falar sobre as mudanças ocorridas com a pandemia para as classes sociais. Fundador do Instituto Data Favela, em parceria com Celso Athayde, da Central Única das Favelas, Meirelles vai abordar ainda as consequências do fim do auxílio emergencial. Meirelles é especialista em consumo e opinião pública e, em 2012, fez parte da comissão que estudou a nova classe média brasileira, na Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. A entrevista será conduzida pelo repórter do Valor no Rio Bruno Villas Bôas. A transmissão será feita pelo site

JORNAL BORA SP: Comunidades têm queda no número de doações de alimentos

No estoque da Central Única das Favelas, em Heliópolis - a maior comunidade de São Paulo - sobraram poucos alimentos. De um lado, o número de doações diminuiu. Do outro, o número de pessoas que precisam de ajuda continua subindo. Se a ajuda não vem de fora, a rede de apoio que existe dentro das favelas é o que tem segurado as pontas. "Acontece que a crise se prolongou por mais tempo do que todos esperavam. Isso, na prática, fez com que as empresas diminuíssem o número de doações que eram feitas para as comunidades. Por outro lado, aumentou ainda mais o senso de cooperação dos mais pobres com os vizinhos e amigos", afirma Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva. Clique aqui para

ESTADO DE MINAS: Na favela, quase todo mundo conhece alguém que teve COVID-19

Uma pesquisa realizada pelo Data Favela/Instituto Locomotiva, no mês de setembro, em 70 comunidades do país, revelou que 98% dos entrevistados conhecem alguém que já foi infectado pelo novo coronavírus. Quase ¾ afirmam ainda estarem muito preocupados com a própria saúde diante da pandemia. "A gente já sabia que o vírus nunca foi democrático num país tão desigual como o nosso. Os pobres pegam mais COVID do que o resto dos brasileiros numa proporção dramática, como mostrou esse levantamento", diz Renato Meirelles, fundador do Data Favela e presidente do Instituto Locomotiva. O estudo indica também que 13% dos entrevistados dizem ter sido contaminados e outros 28% não sabem se contraíram o víru

CORREIO BRAZILIENSE: Pesquisa mostra que eleitor quer solução de problemas

Uma pesquisa quantitativa com eleitores internautas, realizada pelo Instituto Locomotiva para o RenovaBR, mostrou que, para 67% dos brasileiros, o mais importante é votar em candidatos que estejam focados em resolver problemas, independentemente de ideologia. Presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles afirmou que "o recado é claro". "Para a maior parte dos brasileiros, não interessa se o candidato é de centro, de direita ou esquerda. O que importa é que ele resolva as demandas do cidadão. A população quer solução", disse. Fundador do RenovaBr, Eduardo Mufarej também ressaltou que, em nota, que "a pesquisa demonstra o anseio da população por políticas públicas focadas em resolver, d

ISTOÉ: ‘Novo consumidor’ leva empresas a buscar maior inclusão de negros

Quanto mais perto do topo, menos negros. Basta uma olhada nas cadeiras de presidentes das 100 maiores empresas brasileiras listadas na B3 para se constatar essa realidade: só brancos estão sentados ali. Quando se desce mais um pouco na hierarquia, a proporção não melhora muito. Levando-se em conta toda a economia, quando se fala em diretores e gerentes, apenas 6% e 4,7%, respectivamente, são negros – isso numa sociedade em que eles são mais de 50% da população. É um quadro histórico, que tem suas raízes no passado escravocrata do País e que, claro, não está restrito à economia. Mesmo na Câmara dos Deputados, que deveria ser um espelho da população, apenas 4% dos parlamentares se declaram pre

FOLHA DE S. PAULO: Quase 100% dos moradores de favelas conhecem alguém com Covid-19, diz pesquisa

Cerca de 98% dos entrevistados em uma pesquisa do Data Favela relatam que conhecem alguém que já foi infectado pelo coronavírus. O levantamento abordou 3.800 pessoas em 70 favelas na segunda semana de setembro. Aproximadamente 13% dizem ter sido contaminados, enquanto outros 28% não sabem dizer se foram. Renato Meirelles, fundador do Data Favela e presidente do Instituto Locomotiva, diz que os pobres pegam mais Covid-19 do que o resto dos brasileiros “em uma proporção dramática”. Para Celso Athayde, da Cufa (Central Única das Favelas), “distanciamento social é ficção para famílias que dividem só um cômodo”. Ainda segundo a pesquisa, 84% dos entrevistados dizem que estão ganhando metade ou me

O ESTADO DE S. PAULO: Pesquisa aponta que seis em dez negros veem preconceito na hora da seleção

Os números e a mera observação mostram que é muito difícil para um negro chegar ao topo da carreira dentro de uma empresa. Mas as dificuldades no mercado de trabalho vão muito além disso. Segundo pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva para a Central Única das Favelas (Cufa), obtida com exclusividade pelo Estadão, seis em cada dez trabalhadores negros dizem já ter se sentido preteridos em uma entrevista de emprego por conta da cor da pele. O levantamento também mostra que, para quem supera o processo de seleção, os desafios podem continuar. Cerca de 40% dos entrevistados disseram que sofrem ou já sofreram preconceito por causa de sua cor dentro do trabalho. Clique aqui para ler a matéria no

CORREIO BRAZILIENSE: Brasileiro sairá da pandemia mais conectado e solidário

O novo normal, expressão que ganhou força nos últimos meses, ainda é uma incógnita, mas algumas mudanças de comportamento provocadas pela Covid-19 vieram para ficar. O brasileiro sai da pandemia mais conectado, mais aberto às soluções digitais, com um novo padrão de higiene e, sobretudo, mais solidário e ressignificando as relações pessoas. É o que mostra uma pesquisa inédita do Instituto Locomotiva. Segundo o levantamento, 64% dos entrevistados se dizem mais abertos à tecnologia e 63% afirmaram que a conectividade entre as pessoas aumentará. A preocupação com a higiene é visível: sete em cada 10 brasileiros estão atentos à questão. O maior destaque, porém, diz respeito a aspectos afetivos:

JORNAL DA TARDE: 63% dos mais pobres fizeram doações durante a pandemia

Uma pesquisa do Instituto Locomotiva aponta que 49% dos brasileiros fizeram algum tipo de doação durante a pandemia. Entre os mais pobres, o número sobe pra 63%. "A periferia funciona na lógica da reciprocidade, onde todo mundo ajuda todo mundo. A frase que a gente ouviu durante todas as mais de 27 pesquisas que realizamos durante a pandemia é: 'na periferia, se seu vizinho tem comida, ninguém passa fome'. Mesmo entre as pessoas que receberam o auxílio emergencial, mais da metade juntou um pouquinho desse dinheiro para emprestar para algum amigo ou parente", conta Renato Meirelles, fundador do Locomotiva e Data Favela. Clique no vídeo acima para conferir a matéria completa do Jornal da Tarde

ESTADÃO: Renovação ainda em alta, indica pesquisa

A dois meses do primeiro turno das eleições, partidos tentam se balizar em um cenário de incertezas. Pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva, em parceria com a escola de formação do RenovaBR, indica um caminho: oito em cada dez brasileiros ainda sentem a necessidade de renovação política no País. Para eles, as mudanças têm de surgir a partir da participação do povo no processo. “Mostra o descontentamento com a política, mas, ao mesmo tempo, aponta para a esperança de que as coisas se resolvam por meio dela”, diz Eduardo Mufarej. Clique aqui para ler o conteúdo no site.

O ESTADO DE S. PAULO: Favela doou mais do que as classes A e B

Ninguém investigou mais os efeitos da pandemia na alma, no bolso e nos hábitos do brasileiro quanto Renato Meirelles, fundador do Instituto Locomotiva e do Data Favela. Desde março, foram mais de 27 pesquisas. Para o empresário, a covid-19 atuou como grande acelerador de tendências. “Vivemos cinco anos em cinco meses”, observa. Meirelles introduziu uma maneira muita própria para suas sondagens. O ex-Data Popular, que analisava pesadamente as Classes C e D, montou o Locomotiva levando em consideração não só a faixa salarial dos entrevistados, mas principalmente seus hábitos de consumo. Curiosidade: qual o nível de confiabilidade na resposta dos entrevistados? Como saber se estão dizendo o que

VEJA: Estudo exclusivo revela a expectativa dos brasileiros para o pós-pandemia

(...) Embora o ritmo de retorno às rotinas normais esteja acelerando em todo o país, a população carrega ainda mais traumas e cicatrizes do que se imaginava em relação ao sufoco enfrentado nesse passado recente, conforme mostra uma pesquisa exclusiva de VEJA feita pelo instituto Locomotiva. O mesmo estudo mediu também as expectativas dos brasileiros quanto ao futuro. Nesse aspecto, parafraseando o escritor Ariano Suassuna, o sentimento é de um realismo esperançoso: vislumbram-se dias melhores, mas ninguém acredita em milagres. “A única certeza é que nada será como antes”, afirma Renato Meirelles, presidente do Locomotiva. “Há um grande freio de arrumação civilizatório em curso.” No levantame

VEJA: Que país é esse?

Pandemia escancarou a profundidade das desigualdades socioeconômicas no país, escreve Renato Meirelles, fundador do Instituto Locomotiva e do Data Favela A pergunta que mais tenho ouvido ultimamente é: afinal, qual é o Brasil que sai da pandemia? Desde as primeiras notícias sobre a chegada da Covid-19, o Instituto Locomotiva tem se debruçado sobre o tema. De março até o início de setembro, foram 27 pesquisas investigando como a doença e as consequências das medidas para combatê-la – ou a ausência delas – bateram nos costumes, no bolso, na alma e no futuro dos brasileiros. E a verdade é que não há uma resposta única. Em um país brutalmente desigual como o nosso nem poderia ser diferente. Enco

PROPMARK Live recebe Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva

O executivo Renato Meirelles é o entrevistado desta quinta-feira (10) do projeto PROPMARK Live. O presidente do Instituto Locomotiva, reflete sobre as transformações do mercado nos últimos meses, período em que o país enfrenta a pandemia da Covid-19, e fala sobre como o digital acelerou a mudança de hábitos das pessoas. Além disso, Meirelles comenta sobre como as marcas devem se portar neste novo cenário e se a era da experiência deve ganhar mais força nas lojas físicas. O bate-papo conduzido ao vivo pelo jornalista Alisson Fernández pode ser acompanhado nesta quinta-feira (10), às 16h, pelo canal do PROPMARK no YouTube. O público pode participar enviando as suas perguntas pelo chat da plata

OBSERVATÓRIO DO TERCEIRO SETOR: 49 milhões de brasileiros foram constrangidos em abordagem policiais

49 milhões de brasileiros afirmam já ter sofrido algum tipo de constrangimento em uma abordagem policial, como agressão verbal, agressão física, pedido de dinheiro, entre outras situações. Os dados são da pesquisa ‘Periferia, Racismo e Violência’, elaborada pelo Instituto Locomotiva a pedido da Central Única das Favelas (CUFA). A pesquisa também apontou que 64% dos homens negros das classes C, D e E já foram abordados pela polícia de modo agressivo e apenas 5% dos brasileiros consultados disseram acreditar que a polícia não é racista. O estudo mostra a diferença na relação com a polícia entre pessoas das classes econômicas mais altas e pessoas das classes econômicas mais baixas. Nas classes

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