GELEDÉS: Líderes negras abalam as estruturas do racismo


Crédito: Clarke Sandes


Elas são médicas, educadoras, empreendedoras sociais, advogadas, empresárias e negras que, para concretizar suas maiores ambições, tiveram de driblar as estruturas de gênero e raça que mostram um Brasil que nem todos querem ver. Um país onde 56% da população é autodeclarada preta e parda e constitui a maior parcela da força de trabalho. Desse contingente, mais de 60% é composto de trabalhadores desocupados ou subutilizados. Quando se trata das mulheres negras, o cenário é ainda mais desfavorável.


Elas têm 50% mais chances de ficarem desempregadas (Ipea) e ganham 58 centavos para cada real que entra no bolso de mulheres brancas. Mesmo contra todas as estatísticas, a população negra movimenta, em renda própria, R$ 1,7 trilhão por ano (Instituto Locomotiva). Mas nas 500 maiores empresas do Brasil, menos de 1% dos altos cargos gerenciais são ocupados por mulheres negras.


Clique aqui e leia a reportagem sobre mulheres negras com dados do Instituto Locomotiva.

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